segunda-feira, 11 de julho de 2011
Dilma vem ao Paraná amanhã
A presidente Dilma Roussef vem ao Paraná amanhã (12) lançar o Plano Safra da Agricultura Familiar 2011/2012. O lançamento será às 11h, em Francisco Beltrão, região sudoeste do Paraná. Essa será a primeira vez que o anúncio será feito fora de Brasília.
Cerca de R$16 bilhões estarão disponíveis pelo Pronaf, Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar. O Paraná foi escolhido porque dados do Ipardes revelam que 81% dos estabelecimentos agropecuários no estado se enquadram na categoria de agricultura familiar.
Fabiocampana
Artagão é recebido no comando geral da Polícia Civil do Paraná
O deputado Artagão Júnior aproveitou a manhã desta quinta-feira (7) para fazer uma visita ao comando da Polícia Civil do Paraná. O deputado, primeiramente, foi recebido pelo delegado chefe da divisão policial do interior, Julio Cezar dos Reis e pelo adjunto Naylor Gustavo Robert de Lima. Depois o deputado se dirigiu até a sala do delegado geral, Marcus Vinicius da Costa Michelotto. “Fomos muito bem recebidos pelo comando da Polícia Civil do Paraná, onde pudemos buscar melhores informações sobre os programas e projetos de investimento para o interior. Também nos colocarmos à disposição para auxiliar naquilo que for possível, uma vez que representamos muitos municípios em todo o estado”, comenta o deputado.
“O doutor Michelotto e os doutores Naylor e Julio Cezar falaram sobre seus projetos, contratações de novos delegados, investigadores, que devem preencher as comarcas que ainda estão desguarnecidas. Enfim, uma reunião extremamente positiva, onde saímos satisfeitos com o planejamento existente e convencidos de que essa parceria nos ajudará a atender os municípios do interior e o Paraná como um todo”, acrescenta Artagão Júnior.
O deputado esteve acompanhado de seu assessor parlamentar, que cuida da pasta de segurança, Carlos Alberto Dombeck.
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Artagão e prefeito de Inácio Martins discutem pr... Guaranoticias
Goioxim: Jacutinga Campeão do Futsal 2011
Neste Domingo (10) Aconteceu a final do campeonato Municipal de futsal de Goioxim, Disputaram 3º e 4º Trambique 02 X 03 Pinhalzinho, E a grande final disputado entre Jacutinga e Cavaco e o vencedor foi Jacutinga 05 A 01 em cima do Cavaco. O ginásio lotado torcida vibrante como sempre, E com transmissão ao vivo pela radio nativa mix, narração Pacheco, Comentarista Aldo Machado, Assistência técnica Fernando, Estúdios Xuxo. Parabéns a todos os times que disputaram.
Ouça o áudio da partida:
Fotos Fernando
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Postagem Xuxo
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domingo, 10 de julho de 2011
PM DE RIO BONITO APREENDE CAMINHÃO CARREGADO COM PINHEIRO
No local foi constatado que veículo estava carregado com 44 (quarenta e quatro) toras de pinheiro (araucária) medindo quatro metros cada, sendo que o condutor informou não possuir documentação da referida carga.
Depois de feito a vistoria pelos policiais o caminhão foi apreendido e conduzido ao 2º PEL de R.B.I. onde foi acionado a Polícia Ambiental do Município de Guarapuava-Pr, para medidas cabíveis.
NP
Bruxo prevê queda de Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann
Na manhã desta sexta-feira o Bruxo Chik Jeitoso teve uma vidência em seu santuário, segundo o Bruxo o Ministro Paulo Bernardo e a chefe da Casa Civil Gleisi Hoffmann irão "cair" dos atuais cargos que ocupam, o Bruxo também falou que a situação é irreversível, em sua previsão ele também aponta o responsável pela queda da dupla " O Pagot será o grande responsável"...e isto refletirá diretamente na Presidenta Dilma, o Bruxo afirma que em sua vidência hoje pela manhã, ele viu a Presidenta chorando após um reunião e dizendo "esse é o meu fim"... Segundo a vidência do Bruxo tais fatos poderão ocasionar o impeachement da Dilma....
olhoabertopr.blogspot.com
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sexta-feira, 8 de julho de 2011
O ronco da motosserra
Medições revelam aumento no desmatamento da Amazônia. Somente em maio deste ano, o bioma perdeu 268 km² de florestas
Medições recentes do desmatamento na Amazônia indicam que as motosserras voltaram a roncar com força na floresta brasileira. Em maio deste ano, o bioma amazônico perdeu 268 km² de mata, um aumento de 150% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os números fazer parte do Sistema Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), um levantamento feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) a partir de imagens de satélite.
Uma medição paralela, desenvolvida pelo instituto de pesquisa Imazon a partir de registros da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa), corrobora a tendência de crescimento. Entre agosto de 2010 e maio de 2011, foram detectados 1.436 km² de desmatamento – aumento de 23,6% em relação ao mesmo período imediatamente anterior. Esta medição não abrange 32% do território amazônico, que permaneceu coberto por nuvens durante o período de acompanhamento. Ou seja: a área desmatada nos últimos meses pode ser maior.
Verdade seja dita
O Advogado do povo
Apoiei o Senador Osmar Dias para o Governo do Paraná e todos sabem. Não me arrependo desse apoio e se fosse necessário, faria tudo de novo.
Mas é verdade deve ser dita: merece elogios a sanção do Governador Beto Richa ao projeto de Lei Complementar nº. 350/11, que obriga todas as Prefeituras e Câmaras Municipais do Estado a publicarem em divulgarem todos seus atos oficiais, através de jornais, os quais escolhidos mediante licitação.
Essa medida vem totalmente a calhar principalmente nos casos da maioria das Câmaras Municipais do Paraná, verdadeiros antros de obscuridades administrativas.
Independente da questão eleitoral de 2010, parabéns ao Governador Beto Richa pela sanção ao projeto.
Mas é verdade deve ser dita: merece elogios a sanção do Governador Beto Richa ao projeto de Lei Complementar nº. 350/11, que obriga todas as Prefeituras e Câmaras Municipais do Estado a publicarem em divulgarem todos seus atos oficiais, através de jornais, os quais escolhidos mediante licitação.
Essa medida vem totalmente a calhar principalmente nos casos da maioria das Câmaras Municipais do Paraná, verdadeiros antros de obscuridades administrativas.
Independente da questão eleitoral de 2010, parabéns ao Governador Beto Richa pela sanção ao projeto.
Postado por André Sberze às
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Homem com curso superior mora nas ruas em Guarapuava
Para se abrigar do frio dorme em varandas e marquises de lojas.
A batalha pela sobrevivência começou ainda muito cedo. Aos 10 anos trabalhou como frentista de um posto de gasolina. Já maior de idade foi trabalhar nos correios. Depois ganhou a vida em uma empresa de transportadora. Mudou-se para Cascavel e fez parte de uma empresa de informática. Quando se formou em Ciências Contábeis pela Unicentro em Guarapuava foi tentar a vida em um escritório de contabilidade em Curitiba. Hoje, Adir de Souza Santos luta dia após dia para conseguir alimento e sobreviver às noites frias nas ruas de Guarapuava.
Homem de poucas palavras, porém de muita esperança, o senhor de 51 anos sonha em sair das ruas, conseguir um emprego e reencontrar as filhas. “Tenho três filhas que moram na região do Rio das Mortes. Depois que vim pra rua nunca mais vi elas”, diz. Essa angústia de não reencontrar as filhas, de muitas vezes passar fome, de não ter um lugar seguro e tranquilo para passar as noites já dura 20 anos. “Nessas condições não tem como viver. Sempre falta alimento”, lamenta.
O sofrimento, a fome e o frio muitas vezes são aliviados com a ajuda das pessoas. A dona de casa, Jaqueline Scoicin, sempre leva alimentos para o senhor pelo menos duas vezes por dia. “Sei que não é muito, mas ajudo como posso”, fala Jaqueline. Enquanto muitos tentam ajudar outros fazem o inverso. José Carlos Krissa, funcionário da loja onde Adir usa a frente como moradia, relata que no começo do ano algumas pessoas colocaram fogo no colchão, cobertores e outras coisas do morador de rua. “Eu tinha saído, quando voltei estava tudo pegando fogo”, relembra Adir. Ele está nesse local há cerca de três anos.
O senhor que durante o dia caminha pelas ruas da cidade não soube explicar como foi parar na rua. Em um breve comentário, o contador lembra que quando o emprego em Curitiba não deu certo a saída foi a rua. Ele viveu 8 anos vagando pela capital do estado. Em 1997 voltou a Guarapuava e não conseguiu reconstruir sua vida. “Tenho vontade de voltar a trabalhar e ter minha casa. Queria sair dessa vida”, finaliza Adir de Souza, dobrando o seu cobertor, arrumando suas coisas e saindo pelas ruas para mais um dia de sobrevivência.
Homem de poucas palavras, porém de muita esperança, o senhor de 51 anos sonha em sair das ruas, conseguir um emprego e reencontrar as filhas. “Tenho três filhas que moram na região do Rio das Mortes. Depois que vim pra rua nunca mais vi elas”, diz. Essa angústia de não reencontrar as filhas, de muitas vezes passar fome, de não ter um lugar seguro e tranquilo para passar as noites já dura 20 anos. “Nessas condições não tem como viver. Sempre falta alimento”, lamenta.
O sofrimento, a fome e o frio muitas vezes são aliviados com a ajuda das pessoas. A dona de casa, Jaqueline Scoicin, sempre leva alimentos para o senhor pelo menos duas vezes por dia. “Sei que não é muito, mas ajudo como posso”, fala Jaqueline. Enquanto muitos tentam ajudar outros fazem o inverso. José Carlos Krissa, funcionário da loja onde Adir usa a frente como moradia, relata que no começo do ano algumas pessoas colocaram fogo no colchão, cobertores e outras coisas do morador de rua. “Eu tinha saído, quando voltei estava tudo pegando fogo”, relembra Adir. Ele está nesse local há cerca de três anos.
O senhor que durante o dia caminha pelas ruas da cidade não soube explicar como foi parar na rua. Em um breve comentário, o contador lembra que quando o emprego em Curitiba não deu certo a saída foi a rua. Ele viveu 8 anos vagando pela capital do estado. Em 1997 voltou a Guarapuava e não conseguiu reconstruir sua vida. “Tenho vontade de voltar a trabalhar e ter minha casa. Queria sair dessa vida”, finaliza Adir de Souza, dobrando o seu cobertor, arrumando suas coisas e saindo pelas ruas para mais um dia de sobrevivência.
RSN
Agronegócio perde R$ 1,2 bilhão
Prejuízo da geada e da seca chega a 34% no milho e a 8% no trigo. Renda anual do setor deve ser reduzida em 4,5% pelo impacto também nas pastagens, cafezais e outros cultivos
As duas geadas da semana passada e a estiagem de maio provocaram estrago avaliado em R$ 1,2 bilhão no milho e no trigo no Paraná, conforme levantamento divulgado ontem pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Os dados não incluem as geadas desta semana e são preliminares (podem ter ajustes). Se consideradas todas as culturas, as perdas, concentradas nas regiões Oeste e Norte, podem passar de R$ 2 bilhões, avaliam técnicos e produtores.
O maior prejuízo foi verificado no milho. As cotações em alta estimularam aumento de 27% no plantio, que somou 1,7 milhão de hectares. Mas a previsão de colheita teve de ser reduzida de 8,12 milhões para 5,31 milhões de toneladas, com perda de 34,6% – sendo 8,4 pontos atribuídos à falta de chuva e 26,2 à geada. A diferença é de 2,81 milhões de toneladas ou 46,8 milhões de sacas, que poderiam render R$ 1,11 bilhão aos produtores.
O trigo paranaense, que teve área reduzida em 12% (para 1,02 milhão de hectares), renderia 2,86 milhões de toneladas, mas deve se limitar a 2,61 milhões. Houve quebra de 8,7%. São 2 pontos da seca e o restante das geadas. As 250 mil toneladas que deixarão de ser colhidas poderiam render R$ 111 milhões, estima o Deral.
O maior prejuízo foi verificado no milho. As cotações em alta estimularam aumento de 27% no plantio, que somou 1,7 milhão de hectares. Mas a previsão de colheita teve de ser reduzida de 8,12 milhões para 5,31 milhões de toneladas, com perda de 34,6% – sendo 8,4 pontos atribuídos à falta de chuva e 26,2 à geada. A diferença é de 2,81 milhões de toneladas ou 46,8 milhões de sacas, que poderiam render R$ 1,11 bilhão aos produtores.
O trigo paranaense, que teve área reduzida em 12% (para 1,02 milhão de hectares), renderia 2,86 milhões de toneladas, mas deve se limitar a 2,61 milhões. Houve quebra de 8,7%. São 2 pontos da seca e o restante das geadas. As 250 mil toneladas que deixarão de ser colhidas poderiam render R$ 111 milhões, estima o Deral.
Desde que a notícia da quebra provocada pelas geadas se espalhou, há uma semana, as cotações subiram 0,74% e 1,37%, respectivamente, no estado. O milho estava cotado ontem a R$ 23,94 (saca de 60 quilos), valor 83% superior ao de julho do ano passado, enquanto o trigo alcançava R$ 26,73, com alta de 20,25% em um ano.
Gazeta do Povo
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