Quando o imprevisto acontece, estar protegido faz a diferença
Após ter a casa atingida por uma árvore durante um
vendaval, família de Marquinho (PR) destaca a importância do Seguro Residencial
para enfrentar os prejuízos e reconstruir o lar com mais tranquilidade
Os últimos anos têm mostrado que
eventos climáticos severos estão cada vez mais presentes na rotina de muitas
famílias. Vendavais, granizo, chuvas intensas e quedas de árvores podem
acontecer de forma repentina e provocar prejuízos significativos em poucos
minutos. Para quem tem um imóvel, estar preparado para essas situações também
significa pensar em proteção.
Foi o que aconteceu com Vilson dos
Santos e sua esposa, Jovita Bloemer, cooperado da Cresol em Marquinho (PR). No
dia 29 de julho, durante um forte vendaval, uma árvore atingiu a residência da
família e provocou uma série de danos. O telhado foi praticamente todo
arrancado e a chuva atingiu principalmente os quartos da casa.
Com a entrada da água, os móveis de
madeira precisaram ser descartados. A cozinha e a sala também foram afetadas.
Na sala, a televisão queimou. Parte de uma parede que compreende a cozinha, a
lavanderia e a entrada da residência se desprendeu do restante da estrutura e
precisará ser derrubada.
Em meio aos estragos, porém, a
família tinha uma preocupação a menos: contava com um Seguro Residencial.
Uma decisão tomada depois de uma experiência difícil
A relação da família com situações
provocadas pelo clima não começou agora. Jovita conta que, ao longo dos anos,
eles já passaram por outros episódios envolvendo vendavais e granizo em Marquinho
(PR) e na região.
Foi justamente depois de uma dessas
ocorrências, quando a casa ficou completamente destelhada, que ela decidiu
contratar um seguro. Dali em diante eu decidi que nem que a casa fosse uma
tapera, eu ia ter o seguro. Eu pago pra não usar, mas se eu precisar usar eu
sei que está ali”, afirma.
Desde então, ambos mantêm o seguro
residencial e realizam a renovação todos os anos. Para ela, o valor pago
mensalmente representa uma pequena parcela diante da segurança proporcionada
pela proteção. A experiência mais recente reforçou essa decisão.
Atendimento após o vendaval
No dia seguinte ao ocorrido, a
família acionou o seguro. Segundo Jovita, o processo foi simples e o
atendimento ocorreu de forma remota, por meio de uma chamada de vídeo com o perito
responsável pela avaliação dos danos. “Eu ia mostrando e ele ia fazendo as
imagens pelo computador dele. Fizemos primeiro a parte da cozinha, depois fomos
para os quartos e depois eu fui lá pra fora para mostrar a árvore e a
cobertura.”
A família afirma que não teve
complicações durante o processo e que a indenização foi suficiente para cobrir
os prejuízos, dentro das coberturas contratadas. O recurso foi liberado em 14
dias. Menos de um mês depois do vendaval, Vilson e Jovita já haviam conseguido adquirir
novos móveis para a residência e iniciar a reorganização da casa.
Para Vilson, a experiência também
reforçou a importância de entender exatamente o que está sendo contratado. Em
outra instituição financeira, a família já havia passado por uma situação em
que um imóvel também foi atingido e apenas parte dos danos estava coberta pelo
seguro. Segundo ele, na época, havia entendido que teria uma cobertura mais
ampla, o que gerou frustração.
Na contratação realizada pela
Cresol, entretanto, o casal afirma ter recebido as informações sobre as
coberturas e condições do seguro e não teve surpresas quando precisou
utilizá-lo.
Seguro é planejamento, não apenas resposta ao problema
Para Raisa Haline Andrade Gonçalves
Alves, assessora de Produtos e Serviços da Cresol Vale das Águas PR/MG, a
experiência da família mostra que o seguro deve ser encarado como uma
ferramenta de planejamento e proteção patrimonial. “Quando um evento climático
acontece, não existe como voltar no tempo e evitar o prejuízo. O que podemos fazer
é estar preparados para que o impacto financeiro seja menor.”
Raisa explica que o seguro é uma
forma de transformar aquilo que poderia gerar um grande problema financeiro em
uma situação que pode ser administrada com mais tranquilidade. Por isso, mais
importante do que contratar é entender as coberturas, escolher uma proteção
adequada à sua realidade e manter o seguro ativo.
A orientação é especialmente
relevante diante do cenário climático previsto para o Paraná. Segundo
informações divulgadas pelo Simepar, o El Niño deve favorecer, ao longo do
segundo semestre de 2026, volumes de chuva acima da média climatológica em todo
o estado, com maior intensidade nas regiões Oeste e Sudoeste.
O fenômeno também está associado a
uma maior probabilidade de eventos meteorológicos severos, como chuvas intensas
em curtos períodos, temporais, rajadas de vento, granizo e elevada incidência
de raios.
Proteção para diferentes momentos e patrimônios
Os eventos climáticos podem atingir
diferentes tipos de patrimônio e gerar prejuízos que vão muito além da
estrutura de uma residência. Por isso, a proteção pode ser planejada de acordo
com a realidade de cada pessoa.
Na Cresol, existem diferentes
modalidades de seguros, que podem contribuir para proteger residências,
veículos, empresas, máquinas agrícolas e lavouras, conforme as coberturas
contratadas.
No caso do Seguro Residencial, a
proteção pode contemplar diferentes riscos previstos na apólice, oferecendo
suporte financeiro diante de situações inesperadas. Já produtores rurais podem
buscar alternativas específicas para proteger máquinas e lavouras, enquanto
empresários podem contar com soluções voltadas à proteção do estabelecimento e
das atividades do negócio.
A escolha das coberturas é uma etapa
fundamental. Cada seguro possui condições, limites e riscos cobertos
específicos, por isso a recomendação é conversar com um profissional,
esclarecer todas as dúvidas antes da contratação e verificar se a proteção
escolhida corresponde às necessidades do patrimônio.
“Eu pago para não usar”
A frase de Jovita resume uma das
principais características do seguro: ninguém contrata esperando precisar
utilizá-lo, mas a proteção ganha valor justamente quando um imprevisto
acontece.
O vendaval de 29 de julho deixou
marcas na casa da família. A estrutura precisará ser parcialmente reconstruída,
móveis foram perdidos e diversos bens foram danificados. Mas, depois que a
tempestade passou e todos estavam em segurança, saber que havia uma proteção
contratada trouxe alívio.
Para Vilson e Jovita, a experiência
reforça uma decisão tomada anos atrás: diante de situações que não podem ser
previstas ou controladas, estar preparado pode fazer toda a diferença.


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