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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Em nove anos, Incra retoma terras de quase 100 mil assentados


Henry Milléo/ Gazeta do Povo / Danilo Vivian viu vizinhos do assentamento Três Pinheiros perderem suas terras por terem vendido a posseEm nove anos, Incra retoma terras de quase 100 mil assentados

Gazeta do povo

NOTA DE ESCLARECIMENTO A TODOS AQUELES QUE RECLAMARAM DO MODO COMO POLÍCIA FEDERAL AGIU PARA PRENDER OS ACUSADOS NO MINISTÉRIO DO TURISMO


A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal vem a público esclarecer que, após ser preso, qualquer criminoso tem como primeira providência tentar desqualificar o trabalho policial. Quando ele não pode fazê-lo pessoalmente, seus amigos ou padrinhos assumem a tarefa em seu lugar.

A entidade lamenta que no Brasil, a corrupção tenha atingido níveis inimagináveis; altos executivos do governo, quando não são presos por ordem judicial, são demitidos por envolvimento em falcatruas.

Milhões de reais – dinheiro pertencente ao povo- são desviados diariamente por aproveitadores travestidos de autoridades. E quando esses indivíduos são presos, por ordem judicial, os padrinhos vêm a publico e se dizem “ estarrecidos com a violência da operação da Polícia Federal”. Isto é apenas o início de uma estratégia usada por essas pessoas com o objetivo de desqualificar a correta atuação da polícia. Quando se prende um político ou alguém por ele protegido, é como mexer num vespeiro.

A providência logo adotada visa desviar o foco das investigações e investir contra o trabalho policial. Em tempos recentes, esse método deu tão certo que todo um trabalho investigatório foi anulado. Agora, a tática volta ao cenário.

Há de chegar o dia em que a história será contada em seus precisos tempos.

De repente, o uso de algemas em criminosos passa a ser um delito muito maior que o desvio de milhões de reais dos cofres públicos.

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal colocará todo o seu empenho para esclarecer o povo brasileiro o que realmente se pretende com tais acusações ao trabalho policial e o que está por trás de toda essa tentativa de desqualificação da atuação da Polícia Federal.

A decisão sobre se um preso deve ser conduzido algemado ou não é tomada pelo policial que o prende e não por quem desfruta do conforto e das mordomias dos gabinetes climatizados de Brasília.

É uma pena que aqueles que se dizem “estarrecidos” com a “violência pelo uso de algemas” não tenham o mesmo sentimento diante dos escândalos que acontecem diariamente no país, que fazem evaporar bilhões de reais dos cofres da nação, deixando milhares de pessoas na miséria, inclusive condenando-as a morte.

No Ministério dos Transportes, toda a cúpula foi afastada. Logo em seguida, estourou o escândalo na Conab e no próprio Ministério da Agricultura. Em decorrência das investigações no Ministério do Turismo, a Justiça Federal determinou a prisão de 38 pessoas de uma só tacada.

Mas a preocupação oficial é com o uso de algemas. Em todos os países do mundo, a doutrina policial ensina que todo preso deve ser conduzido algemado, porque a algema é um instrumento de proteção ao preso e ao policial que o prende.

Quanto às provas da culpabilidade dos envolvidos, cabe esclarecer que serão apresentadas no momento oportuno ao Juiz encarregado do feito, e somente a ele e a mais ninguém. Não cabe à Polícia exibir provas pela imprensa.

A ADPF aproveita para reproduzir o que disse o ex-ministro Márcio Thomaz Bastos: “a Polícia Federal é republicana e não pertence ao governo nem a partidos políticos”.

Brasília, 12 de agosto de 2011

Bolivar Steinmetz
Vice-presidente, no exercício da presidência


O manifesto da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), abordando sobre aspectos importantes da atuação da Policial Federal, precisa ser lido e repassado para todos, inclusive para os quadrilheiros políticos, principais alvos da instituição.
www.olhoabertopr.blogspot.com

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Protesto e discussão suspendem sessão em Rio Bonito


Foto por: Assessoria
Jogo de forças entre vereadores e prefeito esquentou o clima, levando a troca de farpas entre os poderes 
O clima nada amistoso entre os representantes dos poderes Executivo e Legislativo de Rio Bonito do Iguaçu, gerou troca de farpas e acusações entre vereadores e o prefeito na sessão de segunda-feira (15).
A reunião foi suspensa pelo presidente Junior Babinski, depois que o prefeito Sezar Bovino não concordou com o que foi dito pelo vereador Oseias de Oliveira. O público presente iniciou as manifestações e vaiou a mesa diretora da Câmara pela suspensão da sessão.
O principal motivo do conflito entre os dois poderes são três projetos enviados recentemente pelo Executivo que tratam de algumas melhorias no município. Eles se referem a aquisição de quatro caminhões caçamba, duas retro escavadeiras e construção de pavimentação asfáltica no Loteamento Trento, no valor de R$ 2 milhões, que ainda não deram entrada para ser votado em plenário.
Segundo o prefeito Bovino, os vereadores se aproveitam de uma falha existente no regimento interno da Casa, a qual não indica prazo para projetos de lei que não tramitam em regime de urgência. Outro ponto em que os legisladores se apegam principalmente neste projeto que trata da compra dos equipamentos e também da pavimentação asfáltica, é o endividamento do município. “Não cabe aos vereadores duvidar sobre a capacidade financeira. Todos os projetos possuem uma dotação orçamentária que apresenta a viabilidade da execução”, defendeu o prefeito.
De acordo com Bovino, a demora para a tramitação na Câmara, é pura conotação política por parte dos vereadores de oposição, que aprovam qualquer outro projeto, menos os que são enviados pelo Executivo. “Há um jogo político porque eles não querem deixar que eu beneficie a população com o serviço de caminhão e retro escavadeira. Trabalham para jogar a população contra o meu governo, tentam de todas as formas distorcer o que dito”, destacou.
Outro projeto citado pelo prefeito se refere à abertura de concurso público para contratação de 28 funcionários que irão trabalhar na super creche – obra que será construída através de convênio com o governo federal -, mais agentes de saúde e ainda seis motoristas para o parque de máquinas. “Eu preciso contratar esses funcionários, por que foi um compromisso que assumi com a presidenta Dilma Rousseff, caso contrário, a obra não poderá ser licitada”, finalizou.

JOGO DE FORÇAS
Segundo Junior Babinski, o Executivo manda para a Câmara projetos com pouca informação. Ele disse que são colocados apenas os valores dos recursos, mas onde o  dinheiro será investido não é determinado. “Tanto é que uma vereadora pediu um requerimento para saber qual loteamento iria ser feito a pavimentação urbana”, justificou.
Sobre o aumento salarial, Junior disse que em nenhum momento os vereadores se mostraram contrários. No entanto, eles colocaram um emenda vetando o aumento de 10,17% no salário do prefeito, o que na sua avaliação gerou toda a confusão. “O prefeito é ditador. Manda e todo mundo tem que obedecer e as coisas não são assim. Vivemos em uma democracia”, enfatizou.
O presidente da Câmara relatou ainda que há algumas indagações em aberto que envolvem a secretaria de Viação e Obras e a necessidade de compra de novos equipamentos, tanto pelo endividamento como pela utilização correta.
jcorreiodopovo

Amarc propõe criação de fundo público para comunicação comunitária



O financiamento para as rádios comunitárias foi um dos temas mais debatidos durante o Seminário de Legislação e Direito à Comunicação da Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc), realizado no último dia 11 de agosto na cidade do Rio de Janeiro. Para o novo representante da Amarc-Brasil, Arthur Willian, é preciso pensar em um fundo público para possibilitar a operacionalidade dos meios de comunicação comunitários.
Willian assume com o compromisso ainda de lutar pela implementação de um novo marco para as comunicações. “A Amarc vai atuar junto com rádios comunitárias e entidades do movimento social, unindo forças para que o marco regulatório traga avanços para a garantia do direito humano à comunicação”, enfatiza.
Outro grave erro apontado pelo militante na atual legislação é em relação à criminalização dos meios comunitários. “É um absurdo um comunicador ser levado em um camburão por estar prestando um serviço de utilidade pública. Nós cumprimos esse serviço que não é desempenhado pelos grandes meios, mas somos criminalizados”, critica.
Em relação ao financiamento para as rádios, o representante nacional da Amarc faz duras críticas. “Não queremos mesadinha, temos que debater financiamento para as rádios comunitárias. A publicidade estatal tem que ser feita por lei”. Ainda segundo Arthur, enquanto os grandes meios recebem muito com a publicidade estatal, as rádios comunitárias ficam na dependência do apoio cultural.
Nova composição da Amarc-Brasil
Além de eleger Arthur como representante nacional, a Amarc-Brasil, que esteve reunida entre os dias 11 e 14 de agosto em sua IX Assembleia, escolheu ainda Denise Viola para comandar a Rede de Mulheres da associação. Foi escolhido ainda o novo conselho da entidade, que em sua nova gestão traz: a Rádio Comunitária Independência, do Ceará; o associado individual Dioclécio Luz, pesquisador de rádios comunitárias em Brasília; e o Ilê Mulher, do Rio Grande do Sul. A Rádio Comunitária Nativa FM, de Altamira, no Pará; e a Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço) do Norte do Ceará, ficaram como suplentes. Todos cumprirão uma gestão de dois anos.
Observatório do Direito à Comunicação

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Rossoni diz que até Beto adotou prática pela qual pode ser cassado


Para se defender da acusação de ter cometido irregularidades na prestação de contas de sua campanha eleitoral em 2010, o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), Valdir Rossoni (PSDB), declarou ontem que muitos políticos que não tiveram o mandato contestado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) também teriam adotado a mesma prática pela qual ele é acusado.
Rossoni disse que vários políticos usaram um único cheque para pagar várias despesas ao mesmo tempo – o que, segundo o MPE, dificulta a fiscalização de ilegalidades nas contas de campanha. “Então [se eu for cassado] tem que cassar a Dilma [Rousseff], o [José] Serra, o Beto [Richa]”, declarou, na tribuna da Assembleia. De acordo com ele, as campanhas da presidente e do tucano para a Presi­­dência da República e de Beto Richa para o governo do Paraná, também utilizaram o recurso do chamado “cheque guarda-chuva”, que vale para várias despesas.
Rossoni, que está sendo julgado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) por uso de cheques guarda-chuva, reclamou que estaria recebendo “tratamento diferenciado” pelo MPE. Segundo o tucano, outros políticos que usaram a mesma estratégia na gestão financeira da campanha não são alvos de investigação. “Não vou aqui citar outros deputados”, disse, enfatizando que colegas da Assembleia também teriam usado o recurso contábil.
Rossoni afirma que teve a prestação de contas aprovada pelo TRE e que todas as despesas de campanha têm nota fiscal correspondente. E reiterou que não fez caixa 2.
O TRE-PR adiou para a próxima semana o julgamento do pedido de cassação do mandato de Rossoni. O caso começou a ser analisado na segunda-feira, mas um pedido de vista ao processo interrompeu a votação. Dois dos sete integrantes do tribunal já votaram e o julgamento está empatado em 1 a 1. O Ministério Público Eleitoral acusa o parlamentar de não ter comprovado gastos de R$ 74 mil na campanha de 2010.
O deputado estadual Rasca Rodrigues (PV) reconheceu que também usou o cheque guarda-chuva para o pagamento de despesas agrupadas. Ele citou que teria feito isso na cobrança de pedágio. Segundo Rasca, só é possível pagar pedágio em dinheiro e seria totalmente inviável pagar cada tarifa com um cheque isolado. O deputado afirma que recebeu verbalmente a orientação do próprio TRE-PR para pagar as despesas agrupadas. “Primeiro fixaram que o valor poderia ser de até R$ 1 mil. Depois, diante das dificuldades, disseram que aceitariam cheques de até R$ 5 mil. Mas voltaram atrás e limitaram novamente em R$ 1 mil”, contou.
Richa
Sobre o uso de cheque guarda-chuva na campanha eleitoral de Beto Richa, o coordenador financeiro do comitê da campanha de 2010, Fernando Ghignone, atual presidente da Sanepar, se limitou apenas a dizer que “tudo foi feito de acordo com a lei”. “As contas [do Beto Richa] foram apresentadas ao TRE antes dos demais candidatos e foram aprovadas sem restrições”, declarou.
http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&id=1158889&tit=Rossoni-diz-que-ate-Beto-adotou-pratica-pela-qual-pode-ser-cassado

Requião e João Arruda condenam “entreguismo” dos deputados do PMDB apenas um disse não os demais são Beto



O senador Roberto Requião e o deputado federal João Arruda voltaram a expressar, via Twitter, seu descontentamento com a decisão da maioria da bancada estadual do PMDB de aderir à base de apoio ao governo Beto Richa.
Os dois destacaram a atitude do deputado Anibelli Neto, único a se negar a aderir.
Para Requião, Anibelli Neto “resiste com bravura ao entreguismo dos deputados do PMDB do Paraná”.
Já, para João Arruda, “Anibelli adotou uma atitude muito coerente na reunião da bancada da Assembleia, que os verdadeiros peemedebistas só podem apoiar”.Requião perguntou aos deputados o que as bases do PMDB pensam deste acordo.
 o senador provoca, com ironia, os deputados do PMDB:
– Terá o vírus D4 contaminado todo o PMDB do Paraná? (…) Vírus de bruços, vírus D4? O que há com nossa outrora briosa bancada do PMDB do Paraná?
Decisão foi unilateral
O deputado João Arruda avaliou que a decisão de apoiar o governo Beto Richa até agora foi unilateral.
– O PMDB é muito grande para ficar refém de acordos que não representam o coletivo, disse o deputado, que sugeriu que se os deputados querem mesmo discutir o apoio oficial do PMDB, os fóruns mais indicados são o Diretório Estadual e a Executiva Estadual.
Via  Roseli Abrão  foto lobo)

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Beltronense morre em acidente na BR 277...

Noticias Policiais - A notícia levada a sério

Pastor preso ‘pagou’ a fiança com cheque sem fundos


Pastor evangélico e dono da Conectur, Wladimir Furtado (que nome!) foi em cana na terça-feira da semana passada.
Na sexta, o pastor-negociante obteve um habeas corpus. A Justiça determinou que Furtado (ops!) fosse libertado mediante pagamento de fiança de R$ 109 mil.
Na madrugada de sábado, o suspeito cristão ganhou o meio-fio, em Macapá. “Pagou” a fiança com um cheque.
Nesta segunda (15), descobriu-se – espanto (!), surpresa (!!), estupefação (!!!) – que o cheque do discípulo de Cristo não tem fundos.
O borrachudo pode devolver o senhor Furtado ao cárcere.
“Há a possibilidade dele voltar para a prisão. Isso depende do juiz federal”, admtiu o advogado de Furtado, Maurício Pereira.
Ainda em liberdade, o pastor Furtado concedeu uma série de entrevistas a emissoras de rádio e televisão de Macapá.
Fez devotados apelos aos fiéis de sua igreja para que realizem depósitos na conta de sua mulher, para cobrir o cheque frio que o livrou da cana.
A Conectur de Furtado beliscou no Turismo um convênio de R$ 2,2 milhões. De resto, foi subcontratada pela ONG Ibrasi, suspeita de desvios noutro convênio de R$ 4,45 milhões.
Pessoas presas junto com o pastor e inquiridas pela PF e pela Procuradoria disseram que Furtado repassou os valores que amealhou à deputada Fátima Pelas (PMDB-AP).
Furtado nega a relação monetária com a deputada, autora das emendas que forniram os convênios micados do Turismo. Fátima também nega ter recebido as verbas.
Fica boiando na atmosfera a fatídica pergunta: onde foi parar o dinheiro? Só Deus sabe, irmãos.
Fabiocampana

Paraná e governo federal farão ação conjunta para proteger a fronteira



O governador Beto Richa e o ministro da Defesa, Celso Amorim, discutiram nesta segunda-feira (15/08), em Brasília, o uso de tropas das forças armadas para reforçar as ações de combate ao crime na região de Foz do Iguaçu e Guaíra. A segurança na fronteira deve envolver as policias rodoviária federal e estadual, a Polícia Civil do Paraná, Polícia Federal e grupos do Exército e da Marinha.

Richa relatou ao ministro a decisão do governo estadual de criar um batalhão de fronteira da Polícia Militar, que deverá contar com pelo menos 500 homens e propôs a integração das medidas de segurança para combater o tráfico de drogas e armas e o contrabando de outros produtos. “A ação integrada é a medida que tem mais chance de dar resultados rapidamente”, destacou o governador.



O ministro Amorim afirmou que conhece bem a situação da fronteira no Paraná e disse que o governo federal tem disposição para enfrentar o problema utilizando as forças nacionais de segurança, e que no curto prazo novas medidas serão adotadas em toda a parte sul do País. “Estamos preparando um amplo plano de proteção e controle das fronteiras. Temos todo o interesse em apoiar as iniciativas do Paraná, principalmente com a mobilização da Marinha”, disse.



O encontro em Brasília foi acompanhado pelo general De Nardi, que integra o gabinete do ministro, e pelos secretários Reinaldo de Almeida César (Segurança Pública) e Deonilson Roldo (Chefia de Gabinete), além do chefe do escritório de representação do Paraná em Brasília, Alceni Guerra.



O secretário Reinaldo de Almeida César informou que nesta semana acontece uma nova reunião do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) em Foz do Iguaçu, criado com o fim específico de ampliar a segurança pública em área de fronteira. O grupo trabalha no planejamento e coordenação das ações policiais de combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas nas divisas do Paraná com a Argentina e o Paraguai. O Paraná foi o primeiro estado a contar com Gabinete, que foi implantado em abril.



Exército - A maior interação entre o governo do Paraná e o Exército também será tema do encontro do governador Beto Richa e o comandante Militar do Sul, general Carlos Bolívar Goellner, que será realizado nesta terça-feira, no Palácio das Araucárias, em Curitiba.

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