Por: Jovem Pan Sarah Américo 23/10/2026 às 22h09 Foto: CARLOS ELIAS JUNIOR/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) estiveram frente a frente nesta sexta-feira (23) do último debate presidencial antes do segundo turno da eleição, que acontece neste domingo (25). Essa foi a segunda vez que eles estiveram cara a cara durante a campanha eleitorial, a primeira foi no debate da Band/Jovem Pan.
O encontro aconteceu depois dos dois concordarem com a quebra de sigilo imediata, total e simultânea dos sigilos bancário, fiscal e telefônico, com a divulgação e site de acesso público. O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça, liberou, na quinta-feira (22), a quebra de sigilos bancário. Ele foi sorteado relator do caso na terça-feira (20).
Primeiro bloco
Os candidatos começaram apresentando propostas para cada região do Brasil. Começando com infraestrutuea, em que o Flávio Bolsonaro disse que o Brasil voltou a ser um cemitério de obras, devido a quantidade de obras paradas no país, a qual Flávio disse ser 11.500. O petista rebateu o senador, dizendo que ele conhece pouco o país, porque em nenhum outro governo se investiu tanto em infraestrutura como os nossos últimos anos, referindo-se ao governo do ser terceio mandato.
“Com a participação de todos os governadores, inciamos program de mais de um trilhão, criando hidrovias, estradas e aeroportos”, disse o mandatário, ao dizer que Flávio é uma pessoa que só consegue decorar, mas não consegue aprender.
Em relação ao salário-mínimo, questionado por Lula, Flávio trouxe para a discussão a proposta de tarifa zero anunciada pelo presidente, da qual o senador havia criticado a medida durante uma live no dia 15 de outubro. No debate, ele disse ser a favor do projeto que prevê tarifa zero aos finais de semana.
Flávio também prometeu reajustar a aposentadoria acima da inflação. Lula, por sua vez, diz que o candidato não conhece o Brasil, e que a única coisa que ele conhece do Amazonas são pessoas que morreram por falta de oxigêncio e Jair Bolsonaro rindo das pessoas que estavam morrendo e passando por difivuldades.
O debate foi marcado pelo presidente Lula pedindo, sempre que possível, para que as pessoas consultassem o Google para checar as informações que estavam sendo faladas por Flávio, o que fez o senador questionar: “Quem governa o Brasil: você o o Google? Porque tudo você manda perguntar para o Google”, declarou.
Em relação ao Nordeste, o senador disse que a região não se trata de um problema para o Brasil, e sim, de uma solução. “Serei o candidato mais nordestido que existe”, disse. Em resposta, Lula disse que o “Nordeste é tratado com desdém”, e como nordestino, ele quer que a região seja tratada com condições como qualquer outra do País.
Segundo bloco
Questionado sobre políticas pública, Lula perguntou porque Flávio foi o úncio que votou contra o aumento da licença-maternidade de servidoras do Rio de Janeiro. Em resposta, ele disse que na época que votou estava errado e que, depois que casou e teve filho, ele teve uma visão diferente sobre o assunto. Ainda sobre o assunto de políticas públicas, Lula questionou o motivo de Flávio ter chamado o Bolsa Família de Bolsa Farelo, questão que não foi respondida pelo senador.
O blcoo também foi marcado pelo presidente rebatendo o senador após ter sido chamado de nove dedos, dizendo que ele sabe o que é trabalho e que perdeu o dedo na adolescência. “Não vou permitir que um miliciano me chame de nove dedos”, disse Lula.
Em resposta ao mandatário, Flávio se desculpou pelo posicionamento.
“Se te onfendi porque te chamei e nove dedos, peço desculpas”, disse Flávio.
A declaração de Flávio foi feita durante o debate, quando Flávio arrancou risos ao dizer que o petista “dá com uma mão e tira com nove dedos”.
Terceiro bloco
No terceiro bloco, que manteve a dinâmica do primeiro e segundo, com um perguntando e o outro respondendo com perguntas previamente determinadas, Flávio falou sobre o endividamento do Brasil, da qual Lula rebateu falando sobre o programa Desenrola, que foi criado pelo mandatário, que teve o primeiro, segundo e está no terceiro, e também falou sobre o fim das bets, o que ele classificou como “um inferno na vida das pessoas”.
“Por isso tive a coragem de acabar com as bets, para ver se o dinheiro que a pessoa ganha sobra para que as pessoas vivam dignamente com a sua família”, disse Lula.
No bloco também teve Lula pedindo explicação de Flávio para a mãe de Ana Clara, morta por um tiro de fuzil, na qual o senador atuou como um dos advogados de defesa do policial militar Bruno Dias Delaroli, acusado de matar a menina. A mãe da jovem estava na plateia. Ela foi levada pela campanha de Lula para o debate.
Quarto bloco
O bloco final foi de pergunta direta entre os candidatos, sem temas definidos. Lula trouxe o assunto sobre o a ilha do atcante Richarlison, que disse que Flávio Bolsonaro junto ao advogado Willer Tomaz, roubou a ilha que ele tinha comprado por R$ 10 milhões de reais . O senador disse que a ilha nunca foi do jogador, e que o caso já está julgado e com a decisão realizada.
“Se Richarlison estiver certo, vamos devolver o terrono ao dono”, disse o mandatário, que disse que há uma ministra investigando o caso.
Os candidatos também trocaram ataques sobre o caso envolvendo o ex-bancário Daniel Vorcaro, da qual Lula cobrou explicações sobre o dinheiro que foi destinado para o filme ‘Dark Horse’, que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Na considerações finais, Lula voltou a dizer que Flávio mentiu em suas falas e mandou um recado para o país, dizendo que domingo é o dia decisvio par ao pais.
“Tenho biografia e história e luta junto com vocês, comeceii a trabalhar com 12 anos de idade e virei presidente da República. Ou mantemos a democracia funcionando, ou teremos um milicinao governando o País”, disse Lula.
Já Flávio, disse que vai combater os milicianos, e falou sobre sobre devolver a soberania aos brasileiros, e se comprometou com três coisas: nunca prometer o que não pode cumporir, devolver o direito de compra e devolver a liberade para os brasileiros.
“O Brasil tem futuro”, disse Flávio

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