segunda-feira, 6 de julho de 2015

Em convenção nacional, PSDB expõe a herança maldita do PT e se diz preparado para tirar o país da lama


06/07/2015 às 6:16
O PSDB realizou neste domingo a sua convenção nacional. Ninguém pegou leve com o governo do PT e com a presidente Dilma Rousseff, embora, nas falas oficiais, não se tenha pronunciado a palavra “impeachment”. Mas os tucanos fizeram questão de deixar claro que estão prontos, se preciso, para assumir o comando do Brasil. Três, e não dois presidenciáveis, estavam presentes ao encontro: o senador Aécio Neves (MG), reconduzido à presidência da sigla; o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, lançado para a sucessão de Dilma pelo diretório de São Paulo, e, sim, o senador José Serra (SP), que tem sido de uma operosidade impressionante no Senado.

E os três bateram muito duro. Aécio tem a seu favor o apoio, hoje, da maioria dos diretórios e o fato d

e quase ter batido Dilma no ano passado. Alckmin lidera o Estado em que o PSDB teve o melhor desempenho, saiu vitorioso em 644 dos 645 municípios do Estado, e resistiu de forma impressionante à crise hídrica, que o PT tentou explorar à farta. Serra voltou a ser reconhecido em Brasília como um dos homens públicos mais preparados do país. Há quem diga que o PMDB o corteja — mas, convenham, essa história de tucanos graduados deixarem o partido tem rendido mais calor do que luz. Eu não apostaria dez centavos nisso. De todo modo, melhor um partido de oposição que tem três candidatos considerados sérios a um de situação que não conta com nenhum… Se é que vocês me entendem.

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REINALDO AZEVEDO

Veja.Abril.com.br

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